As formas mais criativas de combate à pirataria nos jogos

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Pirataria

A versão pirata do jogo Game Dev Tycoon manda uma mensagem de formainovadora a quem baixou o game irregularmente. A repercussão da ação do estúdio de desenvolvimento de jogos Greenheart Gamescontra a pirataria incentivou alguns sites como a IGN a listarem uma série de games que também tiveram ideias interessantes para combater downloads ilegais.

Veja a seguir alguns desses jogos, e o que acontece quando alguém tenta usar uma versão pirata deles.

Michael Jackson: The Experience (Ubisoft)
O jogo para Nintendo DS, lançado em 2010, tem uma solução simples e eficiente: nas versões piratas, é impossível jogar ou escutar as músicas, já que as canções são completamente cobertas pelo som de vuvuzelas, as famosas cornetas utilizadas durante a Copa do Mundo de 2010, e que deixou muito espectadores de cabelos em pé.

Batman: Arkham Asylum (Rocksteady Studios)
Os desenvolvedores do jogo incluíram um código que detectasse quando o jogo era copiado, e fazia com que a capa do Batman não funcionasse. O restante não foi modificado, mas só esse detalhe faz o jogo ser impossível de terminar, já que há fases em que utilizar a capa para voar é imprescindível para avançar.

Grand Theft Auto 4 (Rockstar North)
Na versão pirata desse jogo, não há nenhum alteração na trama ou nenhum tipo de objeto que não funciona. Mas é muito difícil aguentar olhar a tela por muito tempo: depois de alguns minutos jogando, a câmera começa a balançar, deixando o gamer completamente tonto.

Zak McKracken and the Alien Mindbenders (LucasArts)
Lançado originalmente em 1988 para PC, o game não se limita a se tornar mais difícil ou impossível quando identifica um pirata. Como muitos jogos, ele vem com um código serial key, que é pedido cada vez que o jogador precisa voar para outra parte do mapa. Depois de introduzir o código errado 5 vezes, o personagem Zak MacKraken é preso — em uma “prisão para piratas” — e o computador trava, não deixando nenhum opção a não ser desligar o computador ou ouvir durante dois minutos um discurso contra infrações de copyright.

Alan Wake (Remedy)
Em seu jogo de terror Alan Wake, a Remedy encontrou uma das formas mais curiosas de lembrar aos “piratas” de que aquela versão não é original. Durante toda a trama, o protagonista que dá nome ao game utiliza um tapa-olho com o desenho de uma caveira, como qualquer bom discípulo do Capitão-Gancho. O jogador ainda é lembrado durante todas as telas de “loading” para comprar o software original.

Reprodução

Earthbound (Ape e HAL Laboratory)
Os desenvolvedores do Earthbound foram mais crueis com os piratas. Ao usar um cartucho falso, a princípio, a única diferença perceptível é o número de inimigos muito maior que na versão original. Apesar de ser mais difícil e tomar mais tempo, é possível chegar à fase final, quando a verdadeira ação anti-pirataria acontece: antes da última batalha, a tela trava, obrigando o jogador a reiniciar o videogame, e os arquivos salvos são deletados.

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